È inicio do fim da tarde, a fogueira alta anuncia que há alguém ali, um alto homem branco bebendo e rindo alto e só, fala com o vento... Ele em suas mãos empunha um rifle colt... Nada alem disto.
O Sioux está parado no alto verdejante da colina esverdeada, em sua mão, leva um tomahawk,um machado feito de mandíbula de cavalo,em sua cintura,pendurado carrega uma faca cega,apenas... Em seus olhos, carrega um vermelho mais quente e corrosivo que o do sol... Ele está armado de ódio, de dor, e de sede de vingança...
De longe, ouve se um grave badalar ao chão, pisadas fortes... Poeira levantando, seus olhos embaçados não enxergariam um grande cavalo vindo a toda, montado nele esta o sioux,voraz... Gritando agudo como a águia... Ele está pendurado na lateral de seu apaloosa... Nada importa um salto ele da, assustando o bêbado homem branco... O homem tenta em inicio correr, mas da distancia que o índio ainda se posicionava após o salto que derrubara o branco... Ele arremessa seu tomahawk... Voraz, um golpe certeiro... Ele grita... Agudo como a águia... Não para, o homem... Grita de dor... O índio, de vingança... O ódio e a dor que o homem branco havia lhe causado, agora retornava para o criador, o homem gritava com o tomahawk fincado em suas costas, o índio, chorando... Pegou um punhado de seu cabelo, e com a faca cega, lhe tirou o escalpo... Homem não gritava mais... O sioux... Não chorava mais... E a águia, estava no alto, a voar... O índio era livre do ódio.
O Sioux está parado no alto verdejante da colina esverdeada, em sua mão, leva um tomahawk,um machado feito de mandíbula de cavalo,em sua cintura,pendurado carrega uma faca cega,apenas... Em seus olhos, carrega um vermelho mais quente e corrosivo que o do sol... Ele está armado de ódio, de dor, e de sede de vingança...
De longe, ouve se um grave badalar ao chão, pisadas fortes... Poeira levantando, seus olhos embaçados não enxergariam um grande cavalo vindo a toda, montado nele esta o sioux,voraz... Gritando agudo como a águia... Ele está pendurado na lateral de seu apaloosa... Nada importa um salto ele da, assustando o bêbado homem branco... O homem tenta em inicio correr, mas da distancia que o índio ainda se posicionava após o salto que derrubara o branco... Ele arremessa seu tomahawk... Voraz, um golpe certeiro... Ele grita... Agudo como a águia... Não para, o homem... Grita de dor... O índio, de vingança... O ódio e a dor que o homem branco havia lhe causado, agora retornava para o criador, o homem gritava com o tomahawk fincado em suas costas, o índio, chorando... Pegou um punhado de seu cabelo, e com a faca cega, lhe tirou o escalpo... Homem não gritava mais... O sioux... Não chorava mais... E a águia, estava no alto, a voar... O índio era livre do ódio.

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