sexta-feira, 23 de março de 2012

O òdio do guerreiro Sioux Parte 2


 O sol agora, do lugar a lua, e o calor, ao frio do antes caloroso deserto vermelho... Ele olha para o vermelho das brasas da fogueira, quieto... O seu silencio é cicatriz... Dor da perda, ele não precisa mais das palavras em sua vida... Ele apenas vê nas labaredas do fogo... Os dias passados...

“Bela manhã... vê-la levando a lenha para o estoque da tribo, seu jeito de andar, sorrir e ser feliz com as coisas pequenas da natureza me faz pensar o quanto feliz eu sou a seu lado... meu filho brinca com um meu apaloosa...”.
   
Sua memória ficava voltando às belas e tristes imagens, sua mente não lhe deixava lembrar dos brancos que mataram sua família e amigos, mas em sua mente, havia um santuário... Uma lápide, para seus inimigos... Ele agora era um caçador... E sabia que sua caça estaria logo perto.

A noite banhada de estrelas lhe concedeu um sono bom, calmo, e quente graças ao fogo... Ele estava com uma pequena paz, Mas a melhor possível... Seus olhos fechavam e em sonhos longínquos ele encontrava sua família... Até que, pela manhã, ele acordasse com o sol.

Não se sabe ao certo, nem como... Mas este fantasma rastreou seu inimigo, ele sabia seu rosto... Um homem branco comum... Nojento, covarde... Empunhando um rifle, este tipo, raramente não é visto, mas certamente vai se arrepender do dia que nasceu.

A campina das colinas eram como o cabelo de uma índia jovem, liso, banhado pelo vento, todo o dia... Uma fogueira estava alta em meio a essa campina... e lá será o final.

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