Flor do medo
“Pétalas escorridas em um sentimento negro de podre e pobre condenação”... Vem no ar o seu cheiroso ardor de medo, uma flor negra... Alta, de pétalas exalando dor... Cheire... Cheiro forte... Uma fragrância de vida, as borboletas não se atrevem à toca lá, e as que tocam geralmente viram pedaços negros e queimados em suas pétalas, a vida de sua existência, vem da ignorância, do mal, da tristeza, esta flor nasce em muitos jardins, e geralmente, nunca é vista por quem as rega... Uma flor delicada, regada com lagrimas-.
“Pétalas escorridas em um sentimento negro de podre e pobre condenação”... Vem no ar o seu cheiroso ardor de medo, uma flor negra... Alta, de pétalas exalando dor... Cheire... Cheiro forte... Uma fragrância de vida, as borboletas não se atrevem à toca lá, e as que tocam geralmente viram pedaços negros e queimados em suas pétalas, a vida de sua existência, vem da ignorância, do mal, da tristeza, esta flor nasce em muitos jardins, e geralmente, nunca é vista por quem as rega... Uma flor delicada, regada com lagrimas-.

Um dia, um homem chegou para mim e me disse: Eduardo, você é um sabio, ou um louco, e eu disse, apenas um sabio, podera me chamar de louco, e apenas um louco, podera me chamar de sabio caso um dia eu seja um louco. E ele respondeu: "então, você é um sabio", e eu disse: "Você é quem me chama."
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