‘Você está caindo... Sedento por água... Caminhando em brasas quentes, pó de cinzas do passado lhe condena o cada nascer do sol... Caminhar é difícil para ele... É pesada a armadura de memória que carrega, ele não tem forças para levantar sua espada... E as trevas estão sorrindo, pobre alma... Será mais um condenado ao sofrimento... É calmo, e apoiando se em seu joelho machucado, ele olha para o infinito céu... E o que vê, é luz... Fecha os olhos, e toda a armadura cai, ele não mais é perturbado pelo mal... O inimigo sorridente foge rapidamente, pois no caminho deste peregrino... Só a luz prevalece.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Força contra as sombras
‘Você está caindo... Sedento por água... Caminhando em brasas quentes, pó de cinzas do passado lhe condena o cada nascer do sol... Caminhar é difícil para ele... É pesada a armadura de memória que carrega, ele não tem forças para levantar sua espada... E as trevas estão sorrindo, pobre alma... Será mais um condenado ao sofrimento... É calmo, e apoiando se em seu joelho machucado, ele olha para o infinito céu... E o que vê, é luz... Fecha os olhos, e toda a armadura cai, ele não mais é perturbado pelo mal... O inimigo sorridente foge rapidamente, pois no caminho deste peregrino... Só a luz prevalece.
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